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NORTE DA EUROPA E FIORDES

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ILHAS CANÁRIAS E COSTA AFRICANA

Viva a essência das Canárias

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NORTE DA EUROPA E FIORDES

Geirangerfjord e Lysefjord: quando a natureza entra em cena.

Dois fiordes espetaculares onde a paisagem não espera... surpreende-te desde o primeiro segundo.

O Geirangerfjord tem aquele dom raro dos lugares que sabem deixar-te sem palavras. Aqui, tudo é vertical, intenso, vivo: as montanhas erguem-se diretamente da água, as quintas parecem suspensas na rocha e as cascatas entram em cena com nomes que soam a lenda. As Sete irmãs, o Pretendente, o Véu da Noiva... basta ouvi-los para perceber que este fiorde não é apenas geografia, é pura imaginação. Mas o melhor chega quando deixas de o admirar ao longe e decides vivê-lo a sério. De caiaque, a remar sobre a água, o Geirangerfjord muda de ritmo: o silêncio torna-se mais profundo, o ar mais fresco e cada curva supera a anterior. Não se trata apenas de sightseeing. É uma forma muito mais direta de entrar na paisagem, sentir como ela respira e deixar-te levar por uma maravilha que aqui não tem fim.

O Lysefjord joga outro jogo: mais essencial, mais magnético. O seu nome significa “fiorde da luz”, provavelmente devido ao tom claro do granito que desenha as suas paredes. E isso já diz muito. Aqui, a força da paisagem é limpa, direta, quase hipnótica. Estende-se ao longo de cerca de 42 quilómetros e, em alguns pontos, passa de apenas 13 metros de profundidade para mais de 400 sob o famoso Preikestolen, o púlpito de rocha que o observa do alto dos seus 604 metros. Mas talvez o mais surpreendente seja o contraste entre a sua grandeza e a forma tranquila de o viver: a bordo de uma embarcação norueguesa de época, entre atmosferas marítimas de outro século, o Lysefjord revela-se pouco a pouco. E, enquanto a paisagem muda entre montanhas verdes, falésias e silêncios que dizem tudo, lá no alto está também Kjerag, com a sua rocha suspensa entre paredes, como se a natureza tivesse decidido divertir-se um pouco. O Lysefjord é assim: não te pede nada. Dá-te tudo.

O Geirangerfjord tem aquele dom raro dos lugares que sabem deixar-te sem palavras. Aqui, tudo é vertical, intenso, vivo: as montanhas erguem-se diretamente da água, as quintas parecem suspensas na rocha e as cascatas entram em cena com nomes que soam a lenda. As Sete irmãs, o Pretendente, o Véu da Noiva... basta ouvi-los para perceber que este fiorde não é apenas geografia, é pura imaginação. Mas o melhor chega quando deixas de o admirar ao longe e decides vivê-lo a sério. De caiaque, a remar sobre a água, o Geirangerfjord muda de ritmo: o silêncio torna-se mais profundo, o ar mais fresco e cada curva supera a anterior. Não se trata apenas de sightseeing. É uma forma muito mais direta de entrar na paisagem, sentir como ela respira e deixar-te levar por uma maravilha que aqui não tem fim.

O Lysefjord joga outro jogo: mais essencial, mais magnético. O seu nome significa “fiorde da luz”, provavelmente devido ao tom claro do granito que desenha as suas paredes. E isso já diz muito. Aqui, a força da paisagem é limpa, direta, quase hipnótica. Estende-se ao longo de cerca de 42 quilómetros e, em alguns pontos, passa de apenas 13 metros de profundidade para mais de 400 sob o famoso Preikestolen, o púlpito de rocha que o observa do alto dos seus 604 metros. Mas talvez o mais surpreendente seja o contraste entre a sua grandeza e a forma tranquila de o viver: a bordo de uma embarcação norueguesa de época, entre atmosferas marítimas de outro século, o Lysefjord revela-se pouco a pouco. E, enquanto a paisagem muda entre montanhas verdes, falésias e silêncios que dizem tudo, lá no alto está também Kjerag, com a sua rocha suspensa entre paredes, como se a natureza tivesse decidido divertir-se um pouco. O Lysefjord é assim: não te pede nada. Dá-te tudo.

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ILHAS CANÁRIAS E COSTA AFRICANA

Um arquipélago, mil mundos.

Começas a tua viagem a pensar que vais chegar a um arquipélago; voltas com a sensação de teres atravessado vários mundos. Assim são as Canárias. A Gran Canária passa com total naturalidade do ocre do Roque Nublo ao verde inesperado da caldeira de Bandama, até ter ganho a alcunha de "continente em miniatura". E em Las Palmas, até o cinema deixou marca: algumas cenas de Moby Dick foram filmadas precisamente aqui.

Lanzarote, a ilha dos vulcões, é pura arte cénica. Da terra negra às vinhas, passando pelas paisagens de lava do Parque Nacional de Timanfaya e pelas extensões minerais das badlands, tudo revela um carácter especial e poderoso. Em algumas zonas, o calor que emana do subsolo é tão intenso que chega a ser aproveitado até para cozinhar: a geotermia transformada em experiência do dia a dia.

Fuerteventura é esculpida pelo vento, que redesenha as suas dunas e horizontes com uma precisão quase irreal. Declarada Reserva da Biosfera da UNESCO desde 2009, é a ilhas mais antiga das Canárias do ponto de vista geológico. A sua beleza é impressionante: espaços abertos, uma luz plena e uma natureza que não precisa de explicações.

Santa Cruz de Tenerife é o teu ponto de partida para a ilha do Teide, onde o vulcão mais alto de Espanha moldou uma paisagem de lava e tons acobreados. O célebre Drago Milenar de Icod de los Vinos - uma árvore tão icónica que parece irreal - está de pé há séculos, cenográfico e silencioso. E quando a tarde cai, as Canárias voltam a surpreender-nos: os seus céus limpos e a fraca iluminação artificial transformam-nas num dos destinos mais fascinantes para contemplar as estrelas.

E depois há as lendas, como a de San Borondón, a ilha que aparece e desaparece; e o mar, generoso em encontros com cetáceos. E as praias? Claras, douradas, negras, até avermelhadas... aqui, até à areia parece ter mais do que uma personalidade. No meio de tanta diversidade há uma certeza que te vai surpreender: a única raça autóctone de dromedários reconhecida na Europa vive precisamente aqui. E talvez não haja imagem mais representativa deste arquipélago, que temos a certeza de que te vai encantar.

Lanzarote, a ilha dos vulcões, é pura arte cénica. Da terra negra às vinhas, passando pelas paisagens de lava do Parque Nacional de Timanfaya e pelas extensões minerais das badlands, tudo revela um carácter especial e poderoso. Em algumas zonas, o calor que emana do subsolo é tão intenso que chega a ser aproveitado até para cozinhar: a geotermia transformada em experiência do dia a dia.

Fuerteventura é esculpida pelo vento, que redesenha as suas dunas e horizontes com uma precisão quase irreal. Declarada Reserva da Biosfera da UNESCO desde 2009, é a ilhas mais antiga das Canárias do ponto de vista geológico. A sua beleza é impressionante: espaços abertos, uma luz plena e uma natureza que não precisa de explicações.

Santa Cruz de Tenerife é o teu ponto de partida para a ilha do Teide, onde o vulcão mais alto de Espanha moldou uma paisagem de lava e tons acobreados. O célebre Drago Milenar de Icod de los Vinos - uma árvore tão icónica que parece irreal - está de pé há séculos, cenográfico e silencioso. E quando a tarde cai, as Canárias voltam a surpreender-nos: os seus céus limpos e a fraca iluminação artificial transformam-nas num dos destinos mais fascinantes para contemplar as estrelas.

E depois há as lendas, como a de San Borondón, a ilha que aparece e desaparece; e o mar, generoso em encontros com cetáceos. E as praias? Claras, douradas, negras, até avermelhadas... aqui, até à areia parece ter mais do que uma personalidade. No meio de tanta diversidade há uma certeza que te vai surpreender: a única raça autóctone de dromedários reconhecida na Europa vive precisamente aqui. E talvez não haja imagem mais representativa deste arquipélago, que temos a certeza de que te vai encantar.

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